Prólogo
Rubens, Humberto e Lívia, depois de cuidadoso planejamento no plano espiritual,
reencarnam e se reencontram para resgatarem os desafetos do passado.
***
Em uma vida passada, Rubens apaixona-se por Lívia, noiva de seu irmão Humberto.
Mesmo tendo uma vida desequilibrada pelo jogo, pela bebida e pela promiscuidade,
Rubens alimenta o sonho de ter Lívia em seus braços.
Movido pela paixão incontrolável e pela inveja, decide matar seu irmão, empurrando-o sob
as rodas de um trem. Porém, o crime jamais foi descoberto.
Anos depois, na espiritualidade, o próprio Humberto irá se empenhar para socorrer o
irmão nas zonas inferiores e um novo planejamento reencarnatório é elaborado para
Humberto, Rubens e Lívia. Mas, desta vez, é Humberto que não suportará ver Lívia ao
lado de Rubens. Além disso, outros dissabores, na nova encarnação, aborrecem-no: o
alcoolismo do pai e seu namoro com Irene, que o engana de todas as formas, só para ficar
com ele.
Humberto, sentindo-se derrotado e inútil diante de tanto desgosto, e inconformado com o
que vive, é acometido por transtornos psicológicos, deixando-se abater e caindo em
profunda depressão. Contudo, contando com ajuda espiritual e apoio psicológico, o
próprio Humberto entende que é ele mesmo o único capaz de libertar-se da depressão e da
obsessão em que se encontra.
Mais uma vez, o espírito Schellida, com psicografia de Eliana Machado Coelho, traz
atualíssimos ensinamentos em Corações sem Destino. Um romance que aborda temas como
depressão, síndrome do pânico e distúrbio de ansiedade.
Mostra-nos a importância de nos vigiarmos para que nossos sentimentos mais íntimos não
se transformem em fonte de desequilíbrio e doença.
Afinal, o verdadeiro amor liberta, traz alegria e paz ao coração.

Eliana Machado Coelho nasceu em São Paulo, capital, em 9 de outubro.
Desde pequena, Eliana esteve em contato com o espiritismo. Ainda menina, sempre via a
presença de uma linda moça, delicada, sorriso doce e muito amorosa.
Era o espírito Schellida, que já trabalhava para fortalecer uma sólida parceria com Eliana
Machado Coelho, prenunciando as tarefas espirituais que ambas deveriam desenvolver
conforme o planejamento da espiritualidade.
Amparada por pais amorosos, avós, mais tarde pelo marido e filha, Eliana foi estudando a
Doutrina Espírita e realizando muitos treinos de psicografia sob a orientação de sua
mentora até que, em 1997, surge o primeiro livro, uma bela obra do espírito Schellida.
A tarefa começava a tomar forma e hoje a dupla Schellida e Eliana Machado Coelho
encontra-se mais afinada do que nunca.
Trabalhos à parte, as curiosidades sobre Schellida e Eliana são inevitáveis.
Duas delas são: quem é Schellida e de onde surgiu esse nome? A médium responde
esclarecendo que esse nome vem de uma história vivida entre elas e, por ética, deixará a
revelação dos fatos por conta da própria mentora, já que Schellida avisou que escreverá um
livro contando parte de sua vida terrena e sua ligação amorosa com Eliana.
Por essa estreita ligação com Eliana é que Schellida afirmou, certa vez, que se tivesse que
escrever livros utilizando-se de outro médium, ela assinaria um nome diferente a fim de
preservar a idoneidade do tarefeiro sem fazê-lo passar por questionamentos
constrangedores que colocassem em dúvida o próprio trabalho. Segundo Schellida, o que
sempre deve prevalecer é o conteúdo moral e os ensinamentos transmitidos em cada livro.
Schellida mais uma vez reafirma que a tarefa é extensa e há um longo caminho a ser
trilhado por ela e Eliana, que continuarão sempre juntas trazendo importantes orientações
sobre o verdadeiro amor no plano espiritual, as consequências concretas da Lei de Ação e
Reação, a necessidade da harmonização e, sobretudo, a conquista da felicidade para cada
um de nós, pois o bem sempre vence onde existe a fé.
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